Hoje o sol acordou mais cedo só pra dar um beijo nas mães. Afinal, ser mãe é viver num eterno espetáculo: drama, comédia, romance e, às vezes, ficção científica (especialmente quando acham as coisas que ninguém mais encontra!).
Mãe é verso livre com rima de colo quente. É abraço que cura, bronca que ensina e risada que contagia. Tem superpoder de ouvir três conversas ao mesmo tempo, resolver problemas com um “já pra dentro!” e ainda fazer o melhor arroz do mundo — sem receita!
Ela dança entre o caos e a calmaria como quem já nasceu sabendo. Com um olhar, acalma tempestades. Com um beijo, remenda corações partidos. Com um “leva o casaco”, prevê o futuro!
Mãe é poesia com cheiro de bolo no forno e humor de quem já viu de tudo. É quem carrega o mundo numa sacola de compras, organiza a vida com um post-it e salva o dia com um simples “tô aqui”.
Neste Dia das Mães, rimos, choramos e, acima de tudo, agradecemos. Porque mãe é rima rara — e amor sem fim. “Deus não podia estar em todos os lugares, então criou as mães.”
Feliz Dia das Mães! Que a vida retribua, com afeto e gargalhadas, tudo o que vocês são!



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