Vamos começar com uma metáfora! Era uma vez… os defuntos políticos.
Uma hipotética cidade, onde hipotéticas pessoas se passavam por representantes do povo, só que nessa cidade aconteciam periodicamente alguns eventos urbanos a cada quatro anos. E nesses eventos denominados popularmente como campanha de porta em porta ou outras atividades similares, o que se observava direta ou indiretamente era uma verdadeira promessa de “Céu na Terra”, que era prometida por todos os postulantes à uma vaga no Palácio dos 17 Reis.
Com o passar dos tempos, estas promessas de cunho eleitoreiro, já se encontravam cansadas na memória dos mais velhos, e na boca dos mais jovens era apenas mais algumas mentiras proferidas por quem quer passar mais 4 anos mergulhados em um luxo coletivo com a família e alguns asseclas.
Só para se ter uma ideia de como a bagunça e a falta de preparo era algo realmente operacional e tangível, existiu entre estes representantes algumas situações onde a própria população resolveu sofrer a vergonha alheia.
Eis alguns exemplos:
- Vereador(a) da cidade resolve inaugurar a pintura de uma faixa de pedestres. (Material utilizado na grande obra: um rolo, 4 litros de tinta branca);
- Vereador(a) cria uma lei que já existia há muitos anos onde a própria casa já teria aprovado em votação. (amnésia coletiva);
- Vereador(a) distribui baldes plásticos no dia internacional da mulher. (o que tem haver uma coisa com a outra?);
- Vereador(a) ameaça mostrar a vara (de pesca) em uma sessão da Câmara e em outra sessão vira cantor. (Mudança radical).
Enfim, estes são os melhores representantes da Cidade dos 17 Reinos que está fadada ao fracasso se assim continuar, porém, o que se ouve nas ruas e em conversas com inúmeras pessoas que se dizem “cabos eleitorais”, está se preparando um verdadeiro enterro político para o ano de 2024.
A surpresa vai ser grande!!!
Segue o cortejo com… os defuntos políticos.