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10 julho 2023

A festa acabou, qual o lucro que ficou?

Written by Dejackson Alvares de Farias
Política Emídio, Fernando Cunha, Macaíba Leave a Comment
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Não muito diferente da maioria dos prefeitos do nosso país, o Prefeito Emídio tem realizado festas grandes, com bandas e grupos reconhecidos em todo país. A pergunta que surge a partir desta prática é: Se a festa acabou, qual o lucro que ficou?

Contribuindo com um pensar cidadão que busca questionar a prática do prefeito para ajudar a cidade e não apenas ser uma oposição sem consequência, passamos a entender tal prática a ser estudada.

Não vamos apenas alegar que é um erro administrativo grave, o AÇÃO POPULAR https://acaopopularmacaiba.blogspot.com/ buscará ajudar nessa reflexão.

Primeiro constatar que toda e qualquer festa é bem vinda. No entanto, precisa ser realizada da maneira correta e no momento certo.

O que o Prefeito anda comentando para defender tais festas:

– “QUE ESTAS FESTAS GERAM DIVIDENDOS para o Município.”

Pois bem vamos dissecar tal argumentação para ajudar neste questionamento.

Para que o Prefeito possa afirmar que tal prática gera recursos para cidade, em vez de ficar se justificando nas redes sociais usando tal argumentação, é necessário que o Prefeito apresente os seguintes procedimentos técnicos:

  • – O Município de Macaíba tem quantos MEIs que comercializaram nestas festas?
  • – Caso o comerciante não tenha ainda a sua legalização enquanto MICRO EMPREENDEDOR, qual programa municipal o Município tem realizado para acompanhar este empreendedor?
  • – Importante ressaltar que o Município não pode se prender a responder este ítem colocando a resposta nas ações que em alguns casos, são realizadas pela entidade do comércio. O Município precisa ter seu programa próprio.
  • – Qual montante foi arrecado nesses dias de festas?
  • – Caso não exista dispositivo preciso para garantir tal arrecadação, nos meses que ocorrem tais eventos, é possível identificar um crescimento na venda de produtos, sendo assim visível uma comparação entre o mês festivo e o não festivo?
  • – Qual montante que entrou como recursos nos cofres da Prefeitura oriundo de impostos destas festas?
  • – Existe uma pesquisa quantitativa e qualitativa para identificar o ítem de satisfação e reconhecimento feito pelos profissionais que colocam os seus empreendimentos nas festas?
  • – O valor usado pela Prefeitura para contratar tais bandas e grupos musicais é inferior aos recursos recebido pela Prefeitura no tocante a arrecadação para cultura?

É claro que tais questionamentos são feitos pelo AÇÃO POPULAR e não dispomos de técnico em contabilidade para aprofundar tais dúvidas.

  • – Mas o Prefeito tem assessoria técnica para responder tais dúvidas?
  • – Caso tenha tais técnicos, porque em vez de ficar se justificando sem dados na TV e outros meios de comunicação, porque não apresenta um relatório para sociedade civil com cópia para o Ministério Público?

Aqueles que se dizem OPOSIÇÃO e pretendem ser candidatos contrário a Emídio, tem certeza que chegando na Prefeitura de Macaíba, não vão fazer tal prática já que estão criticando tanto?

Importante citar que Emídio também criticava Fernando Cunha e hoje comete os erros do seu antecessor.

Por último duas perguntas se somam a estas anteriores e tenho certeza que uma por se tratar de questão ética e a segunda de dimensão legal, são profundas e destas será possível concluir o papel da gestão Emídio em Macaíba.

A de cunho ÉTICO E MORAL é:

  • – AS FESTAS REALIZADAS PELA PREFEITURA DE MACAÍBA SÃO REALIZADAS INDEPENDENTE DE CRISE NA SAÚDE COM FALTA DE MEDICAMENTOS?

A resposta negativa ou afirmativa desta questão demonstra o nível de qualidade MORAL E ÉTICA DA GESTÃO.

E a última tem um teor LEGAL :

  • – A Prefeitura de Macaíba ao utilizar esses recursos para gestão de projetos culturais, aprovou tal orçamento no Conselho Municipal de Política Cultural?

A resposta negativa ou afirmativa desta última questão demonstra o formato que a Prefeitura trata a política pública.

A NEGATIVA, inclusive passível de IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA!!!

Ei lembrei de citar que algum dinheiro vai sobrar, pois a Joelma não veio. Dinheiro deverá ser devolvido. Ou melhor não recebeu. Logo, agora mais recursos para cultura.

Ou para saúde?

Caso tenha lucro tal festa, o problema é se estas festas tenham LUCRO APENAS ELEITORAL.

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